terça-feira, 28 de agosto de 2012

Releases de alto impacto


4 principais razões que fazem o jornalista ler um release


O envio de releases no Brasil e no mundo é uma das principais formas de divulgação para empresas de todos os portes. Mas estamos sabendo usar esse recurso? Em pesquisa realizada pelo Portal Comunique-se, os jornalistas informam que mais da metade dos releases recebidos são deletados, sem dó nem piedade.

Procuramos saber então o que levam os jornalistas a lerem a outra metade. Confira aqui as quatro principais razões que efetivam a leitura do release:

1. Título da mensagem
Capriche no assunto/subject de seu release. Vale a pena investir um tempo nisso, pois é o item número 1 na decisão de leitura. Títulos curtos costumam ser uma boa opção, pois aparecem inteiro nos leitores de emails dos jornalistas, mas essa não é uma regra obrigatória. Títulos em geral contam o "fim do filme". Se for um release para divulgar o resultado de uma companhia listada na bolsa, um bom título seria "[EMPRESA] divulga seus resultados para o 1º Trimestre, com crescimento de 32%".

2. Uso de remetentes customizados
Em geral, os releases são enviados tendo como remetente o nome do assessor ou o nome da agência. Mas o ideal é que o remetente seja decidido caso a caso, na hora do disparo. A escolha entre nome do assessor, da agência ou do cliente, depende de como você responderá a seguinte pergunta: "Qual dos três agrega mais valor para aquela divulgação?". Fica melhor explicar esse conceito usando exemplos.

Exemplo 1: Supondo que você trabalhe em uma agência especializada em gastronomia. Ou seja, sua agência só tem clientes que são restaurantes e é muito reconhecida por isso. E você tem um cliente novo, um restaurante ainda pouco conhecido. Nesse caso, o nome de sua agência é mais forte do que o do cliente e seria uma boa escolha de remetente.

Exemplo 2: Supondo que agora você seja um assessor de imprensa que trabalhou anos na editoria de gastronomia, em diversos veículos de expressão. Tem um nome forte no meio. E agora trabalha em uma agência pouco reconhecida nessa área. Nesse caso, seu nome no  "from" do release seria uma melhor opção.

Exemplo 3: Neste último email, vamos considerar que você atende uma grande empresa, com uma marca muito forte, por exemplo, a Embraer. Nesse caso, não restam dúvidas que a melhor opção seria usar "EMBRAER" como remetente.


3. Mensagem personalizada
Basicamente, estamos falando aqui em inserir o primeiro nome do jornalista no corpo do email. Alguns acreditam que isso poderia ser percebido pelo destinatário como um artifício bobo. Mas as estatísticas não mentem. Emails em geral, quando customizados, geram mais leitura, cliques e resultados. Com a tecnologia certa, o release pode ser disparado um a um, personalizado. Assim, não se utiliza aquele recurso de "cópia oculta" e cada jornalista recebe seu release como se fosse único. O release poderia receber no início algo como: "Alberto, segue release para sua avaliação. Aguardo um retorno". 


4. Follow up do responsável pelo release
Apesar de chato, considerando a enorme quantidade de releases que os jornalistas recebem todos os dias, um bom follow up pode ajudar de forma decisiva a você emplacar aquela matéria. Nesse caso, se você souber quem leu e quantas vezes leu seu release, poderá focar seu follow naqueles realmente interessados, ganhando em produtividade.


C-PRESS e C-MAIL trabalham em conjunto e podem enviar releases personalizados de forma automática, indicar quais jornalistas leram seu release e quantos vezes fez isso, facilitando o processo de follow. Também permite personalizar o remetente a cada envio, aumentando as chances de leitura.


Fonte: Comunique-se

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